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Tips de Acessibilidade a partir da Amount Screen: De Projeto a Guia de Referência em Acessibilidade

Skills Acessibilidade | Content | Influencia em equipes

Ilustração de uma pessoa ao lado de um celular exibindo um ícone de olho, representando acessibilidade

Durante 2024, o time CCAP trabalhou em melhorar o Amount Screen

Precisava gerar consistência cross entre os times que usavam essa capability

Isso incluiu, pela primeira vez de forma estruturada, o handoff de acessibilidade

Não havia um guia claro de acessibilidade para essa tela

Diferentes times implementavam de formas distintas

Oportunidade: transformar o aprendizado isolado em conhecimento reutilizável

Muito se falava em A11Y, até que entendemos que da letra A até o Y, do termo em ingles acessibility, existem 11 letras, então adotamos o termo.

No Mercado Livre, tínhamos o costume de sinalizar no Figma quais e como seriam as leituras indicadas para acessibilidade — um padrão bem difundido entre design e desenvolvimento. Porém, durante as validações com os especialistas em acessibilidade, viramos várias chaves. Aprendemos que nem tudo precisa ser manualmente indicado (já que o Design System traz padrões nativos) e que não devemos inventar uma jornada diferente para quem usa leitor de tela. Foi um processo rico em descobertas que nos ajudou a evoluir nossa documentação.

Legenda de anotações A11Y usada no Figma: marcações de Button, Heading, Nota para o desenvolvedor, Ordem de leitura, Announcement, Group, Ignorado, Link e Label
Exemplos de handoff de acessibilidade: label de Info regulatoria exclusiva para a Colômbia, botão de mostrar/ocultar do Helper balance, e dropdown de Ação complementar
#1: Entender o leitor▾
#2: Usar o que existe▾
#3: Etiquetar certo▾
#4: Traduzir labels▾
Exemplo de labels traduzidas de acordo com o site: versão neutra em espanhol com Configuración, Ayuda e Más información, e versão MLB em português com Configuração, Ajuda e Mais informações

Como todo handoff, as labels que forem adicionadas devem ter as traduções de conteúdo necessárias de acordo com cada site.

Depois de documentar tudo o que aprendemos, percebemos que esse conhecimento não podia ficar isolado só no nosso Figma. Decidimos multiplicar através de três canais:

Internamente: Publicamos o guia no Figma e apresentamos em uma mesa sobre acessibilidade no “Dia da Acessibilidad” (IT Talk interno)

Comunidade Tech: Transformamos os 4 pilares em um post no Medium (“6 Dicas para Melhorar a Acessibilidade dos Seus Produtos”) que ressoou com pessoas fora da Meli. 1K views, 319 reads com 31% de read ratio

Marca: Compartilhamos também no Instagram do Mercado Libre, posicionando acessibilidade como parte da identidade da empresa.

Post em PT-BR “6 Dicas para Melhorar a Acessibilidade dos Seus Produtos”
(Versão disponível também em ES: medium.com/mercadolibre-ux/6-tips-para-mejorar-la-accesibilidad-de-tus-productos)

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Transformar um projeto em conhecimento compartilhado não gera o mesmo tipo de “impacto visível” que um aumento de conversão de 30%. Não tem gráfico bonito mostrando adoção.

O guia segue no Figma, o post no Medium acumula leitores todo mês, e as questões que resolvemos — como screen readers interpretam diferentes componentes — são as mesmas que times novos descobrem.

Impactar as pessoas e facilitar esse conteúdo é a textura real de impacto duradouro.